1. É necessário ter experiência anterior em Yoga Ou Tai Chi para praticar BODYBALANCE?
R. Não. O BODYBALANCE tem elementos baseados no Yoga e no Tai Chi, mas os movimentos são de fácil aprendizagem na própria aula. Nenhum conhecimento prévio é necessário para participar e obter benefícios.
2. Qualquer pessoa pode participar das aulas De BODYBALANCE?
R. Sim. O BODYBALANCE é destinado a pessoas de todos os níveis de condicionamento físico, pois oferece uma variedade de opções. Só não podem fazer BODYBALANCE aquelas pessoas com restrição à prática de atividade física em geral.
3. Quantas vezes por semana devo fazer aula de BODYBALANCE?
R. Não há limite de freqüência para você fazer aulas de bodybalance. Para adquirir máximos benefícios, recomendamos uma freqüência mínima de 2 a 3 vezes por semana.
4. Eu tenho que tirar meus sapatos e meias?
R. Sim, você deve tirar meias e tênis pois sem eles a prática é mais confortável e eficiente, por vários motivos:
1. Relaxa e fortalece a musculatura dos pés (pés saudáveis são essenciais à boa postura e à saúde da nossa coluna);
2. Alonga e fortalecer as articulações e demais estruturas dos nossos tornozelos e pés;
3. Favorece a troca de energia com o meio no qual nos relacionamos;
5. Como devo fazer em dias muito frios, nos quais trabalhar sem sapatos é difícil?
R. O mais indicado seria a utilização dos ‘colchonetes’ de yoga, porém nem todas as academias dispõem deles. O mais comum seria começar a aula de meias e retirá-las assim que terminar a seqüência do aquecimento tai chi.
6. Se eu fizer a aula inteira só com as opções mais fáceis vou obter os resultados esperados?
R. Sim!!! Você deve esperar resultados proporcionais à sua condição física atual. Os alunos devem sempre praticar atividades de forma confortável e saber que resultados virão sempre, porém mais rápido ou mais lento para cada um.
7. BODYBALANCE é apenas um complemento de treino ou pode ser feito como uma aula isolada?
R. Para responder esta questão precisamos lembrar que nenhuma atividade é completa por si só e que é recomendável variar os estímulos que são oferecidos ao nosso corpo. Um treinamento completo envolveria atividades neuromusculares, cardiorespiratórias e trabalhos de alongamento, flexibilidade e conscientização corporal.
Mas se você não tiver tempo para fazer tudo isso e tiver que escolher somente uma ou duas atividades, então você pode utilizar a aula de BODYBALANCE e apenas procurar complementar com algum tipo de atividade aeróbia.
Body Combat
Perguntas e respostas
BODYCOMBAT
1. O que é o BODYCOMBAT?
R. É um programa de treinamento aeróbio excitante que combina movimentos e posicionamentos desenvolvidos a partir de modalidades de artes marciais: Boxe, Karatê, Kickboxer, Muay Thai e Tai Chi Chuan em uma rotina enérgica. O BODYCOMBAT foi lançado mundialmente no ano de 2000.
2. Quais as diferença do programa BODYCOMBAT para os outros programas?
R. Não há como confundir o BODYCOMBAT com qualquer outra aula em grupo. As características marcantes são as músicas altamente motivantes, o trabalho das músicas coreografadas com movimentos poderosos e a oportunidade de um professor treinado e preparado para fazer desta a aula a maior experiência para seus alunos.
3. Quais os benefícios para a saúde do BODYCOMBAT?
R.
• Redução da pressão sangüínea.
• Aumento do HDL - colesterol.
• Diminuição de colesterol total.
• Capacidade de trabalho aeróbia aumentada.
• Aumento da função cardíaca
• Diminuição da freqüência cardíaca em repouso.
• Aumento do volume do coração.
• Aumento do volume de sangue total.
• Aumento da mobilização e utilização de gordura.
• Aumento da capacidade de difusão pulmonar.
• Aumento da ventilação máxima.
Em geral, o condicionamento cardiorespiratório é reconhecido como o componente de saúde mais importante.
BodyPump
Perguntas e respostas
BODYPUMP
1. O BODYPUMP só pode ser praticado por alunos avançados?
R. Não. O BODYPUMP, pode ser praticado por todo tipo de aluno que já tenha passado pela a avaliação física e que não tenha nenhum tipo de restrição médica. Todos os movimentos do BODYPUMP são movimentos da musculação, adaptados para sala de aula. Alunos voluntários, de idade, sexo e condicionamento físico diferentes, passaram por vários testes, aplicados por médicos e fisioterapeutas da Les Mills, durante as aulas. Eles analizaram todos os exercícios e chegaram a forma mais segura e de mais simples execução. Aquela que pode ser executada pela maioria das pessoas. Além disso, os professores de BODYPUMP passaram por um treinamento e são capazes de oferecer diferentes opções de exercícios e cargas para os alunos. A carga é regulável, o aluno iniciante poderá usar um peso bem baixo, somente para se adaptar aos movimentos, e ir aumentando gradativamente. Também sob orientação do seu professor.
2. Eu não vou ficar muito grande se eu fizer BODYPUMP?
R. A combinação de grande número de repetições com sobrecarga média do BODYPUMP não permite o aumento exagerado da massa muscular. Um dos benefícios do BODYPUMP é fortalecer a musculatura, melhorar a resistência muscular e reduzir a gordura corporal, portanto, uma tonicidade aparente da musculatura pode ser observada, mas o aumento de massa muscular não acontece em proporções exageradas.
3. Eu vou aumentar o meu peso?
R. Os músculos pesam muito mais do que a gordura. Quando alteramos a nossa composição corporal com o BODYPUMP, desenvolvemos a massa muscular e reduzimos o percentual de gordura. Isso significa que a escala de peso pode apresentar um certo aumento, mesmo com a diminuição da gordura corporal. Dessa forma um aluno pode começar pesando 59kg com 30% de gordura e, ao longo do treinamento, passar a pesar 61kg com 20% de gordura. Além disso quanto mais desenvolvida for a massa muscular, maior quantidade de gordura o corpo utiliza como combustível. Se você não tiver a massa muscular desenvolvida, mais difícil será a queima de gordura.
4. Que carga devo colocar em cada grupo muscular?
R. O professor de BODYPUMP foi treinado e saberá indicar a carga melhor para você em cada série. A primeira regra é que quando trabalhamos os grandes grupamentos musculares, como peito, costas e membros inferiores, a carga será maior do que no trabalho dos pequenos grupamentos, como ombros, tríceps e bíceps. Porém, como cada aluno tem sua história de treino e suas condições físicas específicas, ele deve pedir ao professor que lhe dê uma atenção individualizada. Dica: O agachamento é o exercício que normalmente permite maior peso na aula. Depois vem o afundo, seguido do peito e costas, e, finalmente tríceps bíceps e ombros.
5. Se eu não quiser colocar a carga que o meu professor indicou, o que devo fazer?
R. Se você, por algum motivo, não se sente confortável para colocar a carga sugerida pelo seu professor, fale com ele: com certeza ele saberá te orientar. Às vezes chegamos na aula mais cansados ou até mais dispostos do que o costume e é normal precisarmos de uma opção diferenciada. Seja qual for seu caso, seu professor estará preparado para te atender.
6. Tenho muita dificuldade em fazer agachamento e afundo porque sinto dores nos joelhos, o que devo fazer?
R. Se você já teve algum problema no joelho, deverá perguntar ao seu médico sobre suas limitações. Caso contrário é provável que isso ocorra porque você ainda não está com a musculatura da coxa forte o suficiente para fazer esse exercício com sobrecarga. O primeiro passo é fazer com uma carga mais leve, ou até mesmo sem carga. Outra solução é fazer o movimento mais "curto", ou seja descer menos.
7. Quando faço o afundo sinto a minha perna de trás, está correto?
R. O objetivo principal do afundo é trabalhar coxa e glúteo da perna da frente. A coxa e a panturrilha da perna de trás acabam trabalhando também, pois é essa perna que serve como apoio para que o movimento possa ser feito. Para que você consiga sentir o trabalho da coxa e glúteo da perna da frente, precisa haver uma maior conscientização corporal. Uma dica é tentar deixar a perna de trás mais leve e tentar jogar o peso do corpo na perna da frente. Outra dica, só para entender o que acontece, é experimentar fazer o exercício com alguém segurando as suas mãos. Primeiro faça o movimento normalmente e depois experimente fazer sem apoiar a perna de trás, isso o ajudará a perceber melhor o movimento.
8. Para que serve a Inclinação Frontal na série de costas?
R. Esse é um exercício muito importante e tem como objetivo trabalhar diferentes grupos musculares, entre eles a parte posterior da coxa, os glúteos e a região lombar. O fortalecimento destes músculos, além de promover benefícios estéticos, também auxilia muito na manutenção de uma boa postura.
9. Para que serve a prancha?
R. A prancha serve para fortalecer toda a musculatura abdominal inclusive o transverso do abdome que é um dos responsáveis pela proteção e sustentação dos órgãos. Além disso, a execução correta da prancha também melhora a percepção corporal e conseqüentemente a manutenção de uma boa postura.
10. Porque às vezes sinto dor nas costas quando faço o agachamento?
R. Da mesma maneira que podemos ter dores musculares na coxa e glúteo quando fazemos o agachamento, poderemos também sentir um pouco a região lombar, pois os músculos desta região também trabalham ativamente neste movimento. O importante é saber que a "dor muscular nas costas" é normal e não oferece nenhum risco à coluna. Com o passar das aulas essa dor vai desaparecendo, pois a região ficará mais fortalecida e sua coluna estará cada vez mais protegida.
11. Na série de peito sinto mais os ombros do que o peito, o que acontece?
R. Uma parte da musculatura dos ombros também trabalha no movimento "supino", utilizado na série de peito. Pelo fato de ser um grupamento muscular pequeno, ele pode entrar em fadiga antes do seu peitoral. Essa sensação diminuirá com o passar das aulas, conforme essa musculatura for se fortalecendo e ganhando resistência.
12. DAY TRAINING - Como convencer um aluno de que ele pode aumentar a carga sem medo de lesão ou de ficar muito forte?
Com uma ótima técnica de execução e carga apropriada, não há riscos de lesão. O BODYPUMP tem os melhores exercícios da musculação adaptados para a sala de aula e os professores são treinados para instruírem seus alunos e corrigi-los quando a sua execução estiver comprometida, ou quando a carga não for apropriada para ele. Quanto ao aumento de volume de massa muscular, o BODYPUMP trabalha com um alto número de repetições (resistência muscular localizada- RML), esse tipo de trabalho tem como característica, tonificar a musculatura e não aumentar o volume, como costuma-se dizer: “ficar muito forte”.
13. DAY TRAINING - Qual a diferença entre uma aula de BODYPUMP e uma sessão de musculação?
O BODYPUMP: Aula em grupo (grande sociabilização), visa principalmente o RML, trabalha os principais grupamentos musculares utilizando barras e anilhas, utiliza músicas.
A Musculação: Treino individualizado,pode-se trabalhar hipertrofia e força, além do RML, variedade maior de exercícios para vários grupamentos musculares, utiliza aparelhos e pesos livres além de barra e anilha.
“A musculação assim como o BODYPUMP pode ser definido como a execução de movimentos biomecânicos localizados em segmentos musculares com utilização de sobrecarga externa ou o peso do próprio corpo (Guedes, 1997)”.
14. DAY TRAINING - O BODYPUMP atrapalha o trabalho de hipertrofia?
Não, o BODYPUMP não atrapalha, aliás pode até mesmo ajudar no trabalho de hipertrofia. Podemos perfeitamente combinar os dois treinos: BODYPUMP e musculação. O BODYPUMP trabalha a hipertrofia sarcoplasmática* (sobrecarga metabólica) e se associado ao treino de hipertrofia utilizado na musculação (hipertrofia miofibrilar*/ sobrecarga tensional), proporcionará um estímulo diferente para a musculatura, como por exemplo: o recrutamento de outros tipos de fibras, aumento da turgidez muscular, quebra da homeostase.
* Hipertrofia Miofibrilar: quando o volume da fibra muscular aumenta, gerando o conhecido efeito visível.
* Hipertrofia Sarcoplasmática: Quando as estruturas internas do citoplasma da fibra muscular (sarcoplasma) aumentam em volume e quantidade, aumentando a densidade celular e gerando o efeito do músculo mais "durinho", com pouco aumento no volume.
“Os melhores efeitos sobre a hipertrofia miofibrilar ocorrem em programas de treinamento que combinam sobrecarga tensional (60-80% 1 RM) e sobrecarga metabólica (20-40%1 RM).”
15. Por que o BODYPUMP emagrece?
O BODYPUMP pode elevar sua taxa metabólica basal (TMB), que é a faixa em que você queima energia para seu corpo se manter vivo e funcionando. Elevar a TMB significa que você irá queimar mais calorias, mesmo quando estiver sentado.
Nas tarefas do dia – a – dia, você usa cerca de 40% de suas fibras musculares. Para usar 100%, é necessário queimar energia com 100% de eficiência. Quanto menos fibras musculares você utilizar, mais facilmente irá ganhar peso, porque elas não estão sendo plenamente exigidas
16. O que é o EPOC?
É o consumo de O⒉ pós exercício.
Após uma aula de BODYPUMP, no momento em que o indivíduo estiver descansando, para repor os substratos depletados durante a aula, ele terá um consumo de oxigênio e uma queima de gordura correspondente a aproximadamente 10% do gasto calórico durante o exercício. Portanto se o indivíduo teve um gasto calórico de, por exemplo, 500 cal, durante a aula, no momento em que estiver descansando, ele terá um gasto de mais 50 cal.
17. Posso fazer musculação e BODYPUMP no mesmo dia?
Sim, desde que seu programa de musculação tenha uma divisão dos segmentos musculares trabalhados na semana, mas lembre-se que é muito importante a orientação de um profissional capacitado.
18. Qual o gasto calórico de uma aula de BODYPUMP?
Estima-se em torno de 300 a 500 kl/cal, dependendo de alguns fatores como sexo, nível de aptidão (domina ou não as técnicas de execução dos movimentos), metabolismo basal assim como a quantidade de massa magra corporal.
19. BODYPUMP pode causar hipertrofia?
A modalidade de força no BODYPUMP é à força de resistência nas duas formas:
- Geral – implicando de 1/6 a 1/7 da musculatura total do corpo (Ex: Agachamento)
- Local – implicando menos de 1/6 a 1/7 da musculatura total do corpo (Ex: Rosca bíceps).
Essa valência física ocasiona sobrecarga metabólica: tipo de sobrecarga que estimula os componentes sarcoplasmáticos da fibra muscular. A hipertrofia ocorre devido ao aumento dos componentes do sarcoplasma celular, principalmente glicogênio e água, além de enzimas, mitocôndrias e CP, o efeito hipertrófico é leve para moderado
20. Uma pessoa que pratica o BODYPUMP, que é uma atividade com um alto número de repetições, utilizando cargas excessivas poderá ter algum tipo de lesão muscular ou articular?
Cargas excessivas podem causar lesão em qualquer tipo de atividade.
O BODYPUMP é um programa em que o professor sabe como controlar a carga dos alunos, ou seja, esta situação é praticamente impossível de ocorrer.
21. O BODYPUMP pode ajudar ou prejudicar ainda mais as pessoas com tendinite (LER) em membros superiores?
Na presença de processo inflamatório deve-se evitar movimentos repetitivos de qualquer natureza, antes da liberação de um médico especialista, deve-se
evitar atividade física em geral, porém, já tivemos diversos casos em que o BODYPUMP auxiliou na cura do LER
22. Por que algumas pessoas sentem dores nas costas ao fazerem o agachamento? Que opções podemos oferecer para esses alunos?
É importante saber se a técnica de execução do movimento está correto. Se estiver correta, provavelmente essa dor ocorre porque a musculatura paravertebral não está muito fortalecida. A dica é diminuir a carga para fortalecer essa musculatura aos poucos. Outra dica seria aumentar o afastamento entre os pés para o tronco descer numa posição mais próxima da vertical. Caso o sintoma persista – a recomendação é fortalecer de maneira específica os dorsais. Muitas vezes esses alunos apresentam fraqueza dos músculos tônicos (músculos mais profundos), responsáveis pela postura.
23. Por que algumas pessoas sentem forte formigamento nas mãos e dores nos braços e ombros durante o agachamento e afundo?
Algumas pessoas chegam na academia com um alto grau de tensão na região cervical. Ao apoiar a barra nesta região e pela posição dos braços no ato da pegada, os músculos posteriores do tronco tencionam fazendo compressão de nervos que irradiam membros superiores e tronco.
Procure dar opções para esses alunos e sugira aulas complementares (que alongam e relaxam) como o BODYBALANCE.
24. Em quanto tempo o aluno conseguirá ver os resultados no seu corpo causados pelas aulas de BODYPUMP?
É preciso lembrar que não existe ‘receita de bolo’ em se tratando de atividade física, pois cada ser humano é único.
Em média, treinando duas vezes por semana, os alunos percebem resultados muito rapidamente. Algo em torno de um mês.
25. Até quantas aulas de BODYPUMP por semana posso fazer para auxiliar na perda de peso?
Até 4 vezes, colocando um intervalo de descanso entre duas ou três aulas.
Ex: BODYPUMP segunda e terça, descansa na quarta, BODYPUMP quinta e sexta. Ou então BODYPUMP segunda, terça e quarta, descansa na quinta, BODYPUMP sexta.
26. DAY TRAINING - Posso treinar hipertrofia na musculação e fazer o BODYPUMP normalmente no mesmo dia?
Sim, desde que a aula de BODYPUMP faça parte do seu treino de hipertrofia. É simples, peça para o seu professor de BODYPUMP e/ou o de musculação montar um esquema de treino unindo as duas modalidades. Não existe uma regra para se montar esse treino, apenas devemos seguir os princípios da musculação, como por exemplo respeitar o tempo de descanso do grupamento muscular treinado (intervalo de 24h treino de RML, intervalo de 48h treino de hipertrofia), ter uma boa alimentação etc.
“Normalmente na programação de treino muscular existe a divisão dos segmentos musculares trabalhados na semana, nesse caso o BODYPUMP combinado com a musculação pode contribuir por solicitar numa sessão de 1 hora de aula, os principais grupos musculares, aprimorando a força e a resistência muscular, de tendões e ligamentos, auxiliando também na melhoria da técnica de execução de movimentos utilizados na sala de musculação. Além disso no final da sessão trabalha-se um dos principais músculos de sustentação da postura – os abdominais superficiais e profundos seguido de uma sessão de alongamentos para a recuperação muscular”.
27. Por que quando faço peitoral sinto dores nos ombros?
Verifique a técnica de execução do movimento. Os músculos do ombro também trabalham nos exercícios de peitoral e por ser um grupamento muscular menor, eles poderão entrar em fadiga antes do peitoral, devido ao alto número de repetições.
28. DAY TRAINING - O BODYPUMP poderia ajudar na hipertrofia? Quantas vezes por semana ou por mês uma pessoa que treina hipertrofia poderia fazer o BODYPUMP?
O BODYPUMP pode ajudar no trabalho de hipertrofia, se associado à musculação. Hoje em dia sabe-se que para uma maior hipertrofia o músculo precisa de estímulos diferentes. O BODYPUMP oferece uma sobrecarga metabólica, diferente do trabalho de hipertrofia da musculação (sobrecarga tensional), portanto se for associado a musculação, ajudará na quebra da homeostase (equilíbrio), fundamental para a renovação da memória muscular em sessões recuperativas na periodização do treinamento de força.
A associação dos dois treinamentos ajudará o aluno a obter uma maior volume.
29. DAY TRAINING - Sob o ponto de vista fisiológico, para que serve a variação de ritmo? (3/1, 4/4, 1/1, 2/2).
Variação de ritmo de Execução.
“Quando os exercícios de um treinamento são executados com diferentes ritmos (lento, médio, rápido), o aumento da força é maior do que aquele observado em treinamentos cujos exercícios foram executados num mesmo ritmo (Lelikow em worobjewa/worobjew/1978).”
A velocidade dos movimentos determina o tipo de fibra muscular que será preferencialmente treinada: movimentos lentos (e trabalho estático) requisitam sobretudo as fibras ST, enquanto que movimentos explosivos, as fibras FT (Hollmann/Hettinger/1980/Buhrle/Schmidbleicher 1981; Costill, em Cometti 1988c; Tidow/wiemann 1993).
30. DAYTRAINING - Faço hipertrofia na musculação. Se eu parar de fazer musculação e começar a fazer o BODYPUMP, conseguirei os mesmos resultados?
Lembre-se que o principal objetivo do BODYPUMP é a resistência muscular localizada, portanto se você já treina hipertrofia há bastante tempo e quiser praticar o BODYPUMP, utilize-o como complemento do seu treino de hipertrofia.
31. Posso fazer aula de BODYPUMP todos os dias?
Não é o ideal, pois o corpo precisa de um tempo para a recuperação de suas estruturas.
O aconselhável é fazer aula um dia sim, outro não. Ou então dois dias sim, descansa um dia e treina mais dois dias.
32. Por que temos mais músicas para membros superiores do que para membros inferiores no BODYPUMP?
Por dois motivos:
Primeiro porque temos muito mais músculos específicos na parte superior do nosso corpo do que na parte inferior;
Segundo porque os músculos dos membros inferiores são mais facilmente trabalhados através de exercícios gerais (como o agachamento e o afundo), que envolvem um grande número de músculos, sem a necessidade de um exercício para cada músculo ou conjunto de músculos.
33. Se o BODYPUMP é uma aula tão segura, porque escutamos colegas (professores) que é uma aula que machuca?
A segurança de qualquer atividade física está relacionada ao conhecimento do professor.
Professores que dizem que o BODYPUMP “machuca” são aquels que não conhecem esta atividade e tiram conclusões infundadas.
34. Por que alguns alunos sentem a panturrilha e o quadríceps da perna de trás no afundo? Não deveria ser a da frente?
A panturrilha no afundo sofre uma ação isométrica assim como o quadríceps que além do estímulo possuir um componente isométrico, também possui trabalho excêntrico levando a uma certa fadiga.
35. Por que quando treino costas sinto dores no ante braço?
Porque os músculos do ante braço são bastante solicitados nesta série, portanto, precisa fortalecer seu ante braço especificamente, isso melhorará o seu desempenho nas pegadas.
36. O que fazer quando um aluno que nunca fez BODYPUMP chega na aula após o início do aquecimento?
O aconselhável é você conversar com ele e explicar que ele não deveria fazer a aula, uma vez que o aquecimento é fundamental para a segurança do mesmo e também para a obtenção de resultados na aula.
Mas lembre-se também que o bom senso é importante. Caso você observe uma grande frustração do aluno (ex.: ele veio para a Academia SÓ para fazer a sua aula e acabou atrasando por causa da chuva...), explique que abrirá uma exceção e indique uma carga de aquecimento para ele fazer o agachamento (o agachamento é considerado um exercício geral – pelo percentual de musculatura corporal envolvida – e nesse caso pode ser usado como aquecimento).
Outro detalhe é que esse aluno já deveria ter passado por uma ‘clínica’.
37. Por que a carga máxima de aquecimento é de 5kg?
Justamente porque o corpo está frio e necessita de uma série de adaptações antes de começar o trabalho propriamente dito.
O aquecimento serve para ‘acordar’ o nosso corpo: a freqüência cardíaca é aumentada, os tecidos elásticos se tornam mais maleáveis, as articulações são lubrificadas, a oxigenação das células é melhorada.
Tudo isso faz com que tenhamos melhores resultados e também diminui os riscos de lesão.
Se você começa com uma carga maior, você já expõe o corpo a um trabalho pesado sem passar por todas essas adaptações.
38. Qual a posição correta do punho na remada alta?
É a posição funcional dos punhos, leve extensão dos punhos, com um leve desvio ulnar, como se estivesse acelerando uma moto. A barra fica afastada do corpo mais ou menos um punho e a zona alvo é subir a barra até a linha dos mamilos.
39. Porque a seqüência no BODYPUMP é sempre a mesma? Existe alguma lógica nessa seqüência?
Sim, existe uma lógica e essa lógica é trazida da Ciência do Treinamento, o que garante a SEGURANÇA, a EFICIÊNCIA e a MOTIVAÇÃO na aulas.
Iniciamos com um aquecimento específico, executado em baixa intensidade que tem por objetivo ‘preparar’ o corpo para a aula. Estimula o controle psicológico e neuromotor, eleva a temperatura corporal e aumenta a mobilidade através do acionamento de todos os músculos usados na aula.
A progressão de aula vai dos grandes grupos musculares para os pequenos grupos, garantindo que a musculatura de estabilização e sustentação esteja sempre em ótimas condições.
Há a alternância de grupos musculares opostos, auxiliando na recuperação da fadiga, a reposição do suprimento de sangue e também minimizando o risco de lesões. (alternância de agonista e antagonista)
Há um planejamento cuidadoso no número de ações de ‘empurrar e puxar’ para que haja equilíbrio na aula.
Os músculos abdominais são os últimos a serem trabalhados para evitar o risco de lesão nas outras séries devido à fadiga dos estabilizadores chave.
Termina com um alongamento/relaxamento específico, cuidadosamente elaborado para evitar o encurtamento, enquanto permite que os músculos recebam sangue oxigenado para sua recuperação.
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Pilates
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Power Jump
Perguntas e respostas
POWERJUMP
1. Quais os cuidados que devem ser tomados para pessoas que usem prótese de silicone!
Embora não existam amostras científicas específicas a respeito, as indicações são baseadas no conforto e proteção máxima dos praticantes. Assim como para as mulheres em geral é indicado o uso de tops de lycra ou material similar reforçado e para os homens sungas ou shorts com suporte extra; é prudente que portadores de próteses de silicone tenham os mesmos cuidados. É impreterível também que se peça orientação individualizada do médico a fim de receber conselhos e outras providências necessárias e até mesmo a liberação para a prática do Power Jump.
2. 1 - Quanto em média é absorção do impacto nos passos realizados sobre a superfície elástica (mini-trampolim) em comparação com a base rígida (solo)?
Obedecendo a correta “técnica de aterrissagem”, ensinada pelos Professores Certificados, o mini trampolim possibilita 80% de absorção do impacto.
3. Power Jump acaba com a celulite?
Por se tratar de uma atividade de alta contração dos membros inferiores, ocorre uma forte
estimulação da drenagem linfática, auxiliando no combate à celulite. Mas isto é um auxílio, alimentação e prática regular de atividade física são imprescindíveis.
4. Quantas calorias é possível gastar durante uma aula de Power Jump?
Depende muito da força e técnica empregadas ao empurrar a superfície elástica, mas estima-se entre 400 a 700 calorias. Indivíduos muito treinados são capazes de alcançar valores próximos de 900cal. (durante 60 minutos de aula).
5. Power Jump emagrece?
Pelo alto gasto calórico e por se tratar de uma atividade predominantemente aeróbica, uma grande quantidade de gordura é utilizada como fonte de combustível, o que significa que é uma atividade bastante efetiva no processo de emagrecimento.
6. Quanto tempo necessito para me sentir confortável na aula?
Por se tratar de uma atividade relativamente nova, é necessária uma adaptação por parte do praticante, estimada hoje em duas semanas, com número de 3 x por semana, onde da primeira aula para a segunda já são observadas significativas evoluções. Estas adaptações são possíveis a qualquer aluno, mesmo a aqueles que não praticam atividade física há muito tempo.
7. Porque não posso chamar o mini-trampolim de cama elástica ou caminha?
Embora a cama elástica seja a mãe da modalidade, o mini-trampolim tem como objetivo central EMPURRAR a superfície elástica através de uma forte contração dos membros inferiores, já a cama elástica tende a promover os saltos, o que devemos evitar no Power Jump.
8. É possível ou conveniente fazer aulas de Power Jump descalço?
É necessária a utilização de tênis, pois ele garante uma melhor aterrissagem dos pés sobre a superfície elástica, garantindo também uma melhor segurança aos participantes.
9. Por que não se deve descer do mini-trampolim durante a aula?
Na fase área dos movimentos, existe uma descompressão dos estabilizadores e as articulações envolvidas dos membros inferiores (tornozelo e joelho) também se encontram mais relaxadas, o que pode gerar um certo desconforto ao descer nos mesmos antes de realizar movimentos de soltura corporal e relaxamento. Os Professores Certificados estão aptos a darem estas instruções de segurança a seus alunos.
10. As dores na região abdominal são normais para os praticantes iniciantes?
Pequenas dores musculares podem ocorrer devido à variação da utilização dos músculos abdominais. Felizmente é apenas aquela “dorzinha gostosa” que sentimos após as primeiras sessões de uma atividade para a qual nosso corpo não está acostumado. Em poucas aulas o aluno se acostuma e esta sensação desaparece, mesmo o exercício continuando a fazer os efeitos desejados.
11. Quais os benefícios para o aluno fazer Power Jump?
Melhora da condição cárdio vascular, melhora das habilidades motoras, aumento da concentração, aumento do equilíbrio corporal devido ser uma modalidade também com objetivo proprioceptivo, etc.
12. O que diferencia o Power Jump das outras de Jump?
Gráfico da aula estabelecido pelo equilíbrio dos movimentos com força de aplicação em 1 ou 2 pernas, coreografia simples e motivante, músicas de alta qualidade e a força constante de membros inferiores ao empurrar a superfície elástica para baixo e não saltar para cima.
13. Como conciliar o trabalho da musculação com as aulas de Power Jump?
Basta intercalar os grupos musculares exigidos. Por exemplo, quando fizer uma aula de Power Jump não realizar movimentos que exijam muita força de membros inferiores, de preferência intercalar o trabalho em dias alternados.
14. Após a gestação, qual o tempo ideal de retorno para as aulas de Power Jump?
Nossa resposta é bem simples: depois que você seja autorizada pelo seu médico a retornar as atividades físicas e após isso uma adaptação confortável pelo equipamento.
Inicie com as clínicas ou com pequenos movimentos em cima do mini-trampolim.
Não esqueça também que é preciso estar confiante e totalmente confortável no equipamento.
15. Portadores de hérnia na coluna podem praticar o Power Jump?
Pessoas portadoras de qualquer tipo de hérnia ou patologia vertebral nós indicamos primeiramente que faça uma avaliação clínica para saber exatamente o que compromete não só as atividades físicas que venham praticar como suas "posturas" adotadas durante o cotidiano.
Após este parecer é preciso definir junto ao seu professor as limitações de execução de cada movimento da atividade desejada para que não haja o desconforto e seguidamente dores locais.
O Power Jump é uma atividade muito divertida e totalmente segura, mas nestes casos toda atenção é importante.
16. Meu professor me disse que não posso saltar na base, por quê?
Para nos mantermos em equilíbrio e com uma força constante nos músculos das pernas e estabilizadores (abdominal e dorsal); precisamos continuar com o contato do pé de apoio com a superfície elástica para empurrá-la para baixo mantendo estas forças em atuação. Caso ocorra o contrário, "saltar na base", correrá o risco de perder o equilíbrio com a probabilidade até de cairmos do mini-trampolim e não trabalharmos nossa musculatura como deveríamos.
Algumas pessoas comentam que a sensação de "saltar na base" parece ser um trabalho mais efetivo; isso é devido à flexão excessiva que se faz com o quadril durante a aula, a articulação e a musculatura flexora desta região acabam sofrendo um stress que ao chegar ao final da aula estará "morto de cansado", mas não pelo trabalho equilibrado entre toda musculatura do seu corpo, e sim por apenas uma única musculatura e articulação que trabalhou por muito tempo sem descanso.
17. Quantas aulas são necessárias para um aluno se adaptar ao Power Jump?
Depende de indivíduo para indivíduo, pois alguns já freqüentam outras atividades o que adianta muito sua adaptação. Para pessoas sedentárias com certeza o tempo para adaptação é maior.
Com certeza as clínicas realizadas nas academias ajudam neste processo.
18. Porque a aula de Power Jump dura no máximo 55 minutos? Ela pode ser considerada “fraca”?
Primeiramente é prudente que o professor e os alunos tenham um tempo mínimo para organizar a sala de aula: posicionando os mini-trampolins, ajustando a distância entre os mesmos, verificar se os alunos estão com as garrafinhas de água cheias e iniciar uma comunicação entre os alunos.
A intensidade da aula não será justificada pelo tempo total, mesmo porque uma parcela de alunos se afastam das aulas de mini-trampolim por não conseguir "agüentar o pique" até o final da aula, e sim pelo tempo correto de treinamento.
Uma carga progressiva de intensidade na aula já é programada através do volume de treinamento, ou seja, conquista de benefícios através da repetição segura e motivante.
Parcela decisiva num perfeito resultado com a aula de Power Jump é a atuação do professor no entendimento e aplicação da técnica correta e sua instrução direcionada tanto aos alunos experientes como aos novatos; isso é um diferencial no dia-a-dia.
19. Como posso observar minha evolução nas aulas de Power Jump?
A paixão e a satisfação em voltar para a academia com a necessidade de praticar e treinar Power Jump, já são sinais vitais desta evolução. Ainda, conseguir chegar ao final da aula com um gostinho de quero mais, fortalece esta habilidade.
O Power Jump tem a grande característica de ser simples, por isso as nossas aulas têm um grande número de praticantes.
No POWER JUMP você também observa que evolui das primeiras aulas quando o praticante consegue se manter em cima do mini-trampolim executando os movimentos sem perder o equilíbrio (aumentar a propriocepção), ou seja, uma maior centralização pisando adequadamente na superfície elástica, ou quando consegue ao realizar todos os movimentos de ataque com os dois pés uma efetiva ação dos flexores do quadril e dos joelhos. A satisfação do aluno em completar toda a aula é um resultado importantíssimo.
20. Após as aulas de Power Jump é comum percebermos as varizes inchadas?
Não existem relatos comprovados sobre este fato. Desse tipo de problema relacionado à circulação, ou qualquer outro, observa-se que são “opiniões” clinicas. Problemas de circulação são questões muito particulares que se diferenciam de indivíduo para indivíduo, e que o histórico do mesmo é tão importante quanto à prática da atividade física no auxílio de qualquer obstrução.
21. Caso estoure uma das molas que segura a superfície elástica do mini-trampolim, devo parar imediatamente?
É extremamente importante que seja notado o fato no momento que aconteça e observar se a mola bateu em alguém, a tendência é a mola subir.
Caso tenha trampolins sobrando tente trocar por outro e notificar o professor ou responsável pelo ocorrido.
Há uma série de cuidados que devem ser tomados para proteger os alunos deste tipo de ocorrência, mas devemos entender que cada uma delas tem seu responsável.
A Body Systems cuida da formatação das aulas e do treinamento dos professores e nos responsabilizamos por qualquer conseqüência devido a falhas nestes pontos.
Quanto aos equipamentos, a responsabilidade é dividida entre a academia e o fabricante do mesmo:
-a academia deve se preocupar em adquirir um equipamento compatível com a modalidade e sua freqüência de utilização; bem como com a manutenção periódica de acordo com instruções dadas pelos fabricantes.
-o fabricante deve se responsabilizar que o equipamento não quebre em caso de utilização adequada na academia e enquanto ele estiver sob garantia.
22. Onde posso encontrar as músicas da aula de Power Jump?
Na verdade você não encontra as músicas em exposição, este material só os professores treinados por pela Body Systems possuem.
Eles pagam para fazer um treinamento e assim tem direito a um cd com as músicas, o manual do professor e o uso da marca do programa, e ainda pode ministrar aulas em academias licenciadas neste programa.
Se algum professor passar as músicas do cd para alunos ou pessoas que não ministrem aulas deste programa, ele estará praticando a pirataria que pode ocasionar em um processo judicial caso seja descoberto.
Caso você queira o nome das músicas para conseguir as versões originais, seja pela internet ou pela compra de cds do artista original, não tem problema você pode pedir para seu professor, mas lembre-se apenas o nome das músicas, ok.
23. Preciso saber onde posso adquirir roupas personalizadas do Power Jump.
Somos representados pela empresa Corpo e Forma, uma revendedora com licença para produzir e vender as roupas dos nossos programas. Você pode entrar em contato com eles através do site www.corpoeformavirtual.com.br
24. Quais as restrições aos praticantes para a aula de Power Jump.
Saiba que todas as nossas aulas podem ser freqüentadas por alunos aptos a praticarem uma atividade física, lógico com o interesse de participar de uma ginástica de grupo. Estas pessoas aptas precisam ter a passagem e liberação feita pela avaliação física da academia e/ou avaliação clínica particular.
As únicas pessoas que não podem praticar nossas aulas são as pessoas com presença de alguma patologia cardíaca.
Pessoas com labirintite não medicada e problemas nas articulações do quadril, joelho e tornozelo devem passar por uma avaliação clínica para analisar o grau da lesão e praticar a atividade recomendada.
Gestantes após saberem deste estado devem parar a prática do Power Jump.
25. Qual o tipo de calçado recomendado para a prática do Power Jump?
Precisamos entender qual o objetivo da aula Power Jump: Você deve executar os movimentos em cima do mini-trampolim com o "pé chapado", ou seja, o seu pé deve pisar na superfície elástica em inteiro para que a estabilidade do seu corpo seja grande, pois todo o peso do seu corpo está sobre seu pé e toda força deve ser feita com o calcanhar. Consequentemente o solado do tênis não pode ser com diferenças como encontramos em alguns tênis que tem a parte do calcanhar mais alta. Ainda, com o solado do calcanhar alto o seu corpo é projetado para frente passando a sensação de estar caindo ou sendo empurrando para frente, isso pode inclusive fazer com que perca o equilíbrio e caia.
Procure então os solados baixos e iguais em toda sua plataforma.
26. Qual a idade mínima e máxima para uma pessoa fazer o Power Jump?
Primeiramente isto é uma decisão que a academia deve tomar uma decisão administrativa, pois algumas academias oferecem um horário especial ou atividades especiais para crianças, então devemos indicar tais atividades para as mesmas. O recomendado é que adolescentes aptos a freqüentar uma atividade física possam praticar aulas em academias após os 14 anos. Agora é impossível indicar uma idade máxima, depende muito de cada indivíduo.
RPM
Perguntas e respostas
RPM
1. O que é o RPM Cycling?
O RPM Cycling é um programa de ciclismo indoor criado pela Les Mills International (Nova Zelândia) que simula a atmosfera do ciclismo de rua em um ambiente coletivo de circuito fechado, através da metodologia intervalada Fartlek. Atualmente o RPM Cycling é o maior programa de ciclismo indoor do mundo em academias licenciadas, professores certificados e praticantes em 70 países.
2. O que significa RPM?
A sigla RPM vem da expressão em inglês “Raw Power in Motion” que traduzimos aqui como “Força Bruta em Movimento”.
3. O que significa treinamento Fartlek?
Traduzindo para o português significa “jogo de velocidade”. É um modelo de treinamento muito utilizado por desportistas para ganho de performance, pois alterna trechos velozes e lentos em diferentes terrenos, desenvolvendo as capacidades neuromusculares e cardiorrespiratórias.
4. Para quem é projetado o RPM Cycling?
Este programa é idealizado para a maioria da população, pois através das opções individuais de intensidade o participante pode acompanhar o treino independente da sua aptidão física inicial, salvo restrição médica.
5. Como um aluno pode ter a certeza de freqüentar um legítimo treino de RPM Cycling?
Através do nosso website www.bodysystems.net você encontra a relação das academias licenciadas e dos professores credenciados em todo o Brasil. Somente estes podem oferecer treinos de RPM Cycling com a garantia Body Systems.
6. Qual a razão para as posturas específicas do RPM Cycling?
O RPM Cycling promove posturas de ciclismo que evitam os extremos de lordoses e cifoses, fortalecendo os músculos estabilizadores do tronco através de uma biomecânica ciclística adequada a qualquer nível de experiência, garantindo resultados positivos com alta qualidade e segurança.
7. Qual é a intensidade atingida nas sessões de RPM Cycling?
No RPM Cycling o participante trabalha entre 60% e 90% da freqüência cardíaca máxima (%FCM), de acordo com as prescrições do American College of Sports Medicine (ACSM) para o treinamento de aptidão física e controle ponderal.
8. Existe idade mínima para a prática do RPM Cycling?
Não existe idade mínima, mas sim estatura mínima. Se o aluno ajustar a bicicleta corretamente e conseguir pedalar com a postura correta, não haverá problemas em freqüentar as aulas.
9. É melhor treinar o RPM Cycling antes ou depois do BODYPUMP ou da musculação?
Tanto o RPM como o BODYPUMP ou a musculação promovem fadiga periférica nos membros inferiores, portanto deve-se analisar a periodização do treinamento para encontrar a melhor alternativa. Dependendo da intensidade do treinamento dos membros inferiores e da recuperação entre as sessões (manhã, tarde e noite) pode-se treinar o RPM Cycling logo após ou antes o treino com pesos, até 2 horas após o treino ou em outro turno. Lembre-se que a harmonia entre a qualidade e a quantidade de treinamento promoverá os melhores resultados.
10. O RPM Cycling usa variações de cadência/velocidade nas sessões?
As variações de cadência promovem alto custo calórico, além de oferecer um ótimo treinamento para a coordenação neuromotora. Atualmente o treinamento de altos giros tem sido alvo de estudos nas competições de elite do ciclismo, já que este tipo de treinamento tem aumentado a performance dos ciclistas e reduzido os índices de lesão decorrentes deste esporte. O RPM Cycling usa esta estratégia de alternar giros altos e recuperações ativas inseridas em alguns trechos, permitindo o treinamento com intensidade maior e menor fadiga muscular acumulada dos membros inferiores.
11. Porque o RPM Cycling é intervalado?
Porque a intensidade é maior com menos fadiga, o consumo calórico total é 30% maior que as atividades de intensidade constante (de acordo com as pesquisas recentes), o participante gasta mais energia em repouso e é mais motivante para o aluno.
12. Qual é a distância percorrida em uma aula de RPM Cycling comparada com o ciclismo de rua?
Considerando as diferenças entre os modelos de bicicletas (comprimento do pedivela, diâmetro da roda, etc.) e as diferenças entre os tempos das músicas entre um mix e outro, podemos afirmar que a distância percorrida em uma sessão de RPM está compreendida entre 30 e 40 Km.
13. Qual é a diferença do RPM Cycling para outros programas de ciclismo indoor?
O RPM Cycling é o único programa de ciclismo indoor que testa as suas aulas trimestralmente em uma amostra de aproximadamente 1000 pessoas antes de lançá-la em 70 países, atestando a sua segurança e eficiência. O custo calórico é comprovadamente maior que os seus similares (entre 700 e 840 Kcal/sessão*) e os professores são atualizados em quatro workshops anuais, além de contar com o maior sistema de suporte técnico do mundo neste segmento para as academias, inclusive para os alunos das academias licenciadas. Além disso, as sessões de RPM são elaboradas por uma equipe multidisciplinar e ciclistas competitivos com experiência mundial (jogos olímpicos, mundiais, etc). Atualmente o RPM Cycling é o maior programa de ciclismo indoor do mundo em praticantes, academias e professores oficiais. Não podemos avaliar outros programas similares, pois não acompanhamos detalhadamente o desenvolvimento dos mesmos.
14. As aulas de RPM Cycling são seguras
As aulas de ciclismo indoor existem há mais de uma década e não foram percebidos índices de lesão diferentes de qualquer outra modalidade existente nas academias. Não há atividade previamente contra-indicada, pois as lesões em qualquer atividade física dependem basicamente de 3 fatores:
-Combinação inadequada entre “Volume x Intensidade” dos estímulos;
-Técnica pobre de execução;
-Treinamento ou monitoramento inadequado do professor.
O RPM Cycling é testado de 3 em 3 meses há muitos anos, sem qualquer notificação de lesões registrada em pesquisa até hoje.
15. Como um participante novato inicia o seu treinamento no RPM Cycling?
Encorajamos todos a participarem das Clínicas de Aperfeiçoamento RPM oferecidas pelas academias licenciadas. Estas clínicas são ministradas em horários específicos durante a semana e revisam as posições específicas de pedalar e os procedimentos de segurança. Além disso, o professor é preparado para monitorar individualmente a intensidade do treinamento durante o treino e adequar cada aluno dentro da sua zona de intensidade.
16. Como é a curva de esforço no RPM Cycling?
O RPM utiliza um formato que recruta os sistemas aeróbio e anaeróbio. A auto-regulação da carga pode alterar o efeito do treinamento nos sistemas energéticos e musculares. Assim os participantes podem aumentar o consumo calórico com mais resistência à fadiga muscular.
17. Qual é a diferença entre perna líder e perna dominante na manutenção das cadências de pedalada específicas do RPM Cycling?
Cada um de nós tem uma perna dominante, ou seja, um membro com maior desenvolvimento neuromuscular. No RPM Cycling usamos o conceito de “perna líder” ou aquela que marca o ritmo musical sem exercer mais força que a outra perna, pois a técnica da pedalada exige que as duas pernas apliquem a mesma força empurrando e puxando o pedal.
18. O RPM Cycling pode provocar hipertrofia muscular?
Primeiro vamos conceituar “hipertrofia” em duas definições: hipertrofia miofibrilar (quando o volume da fibra muscular aumenta, gerando o conhecido efeito visual) e densidade sarcoplasmática (quando a densidade celular aumenta sem aumentar muito a fibra, gerando o efeito do músculo “durinho”). O RPM Cycling tem um alto índice de densidade sarcoplasmática, pois é uma atividade com altíssimo número de repetições. Nas primeiras semanas é possível observar as pernas mais “inchadas” devido às adaptações fisiológicas musculares, porém após este período os grupos musculares ativos estabilizam a sua atividade metabólica e esta sensação desaparece. A resposta visual dos praticantes de RPM normalmente é a redução das medidas corporais devido ao alto gasto calórico do programa.
19. A prática prolongada em aulas de ciclismo indoor tem alguma influência na função erétil?
A estrutura do banco no ciclismo profissional é muito mais rígida, assim como a postura do ciclista de rua é mais curvada, pressionando a região do períneo. Os ciclistas competitivos ficam até 4 horas ininterruptas (10 a 20 horas semanais) pedalando sob condições extremas, ocasionando eventualmente desconforto pélvico e até ocorrências clínicas na função erétil. O RPM Cycling foi desenvolvido com sessões de 45 minutos, oferecendo variações constantes de posição, carga e velocidade, permitindo o máximo conforto anatômico com o ajuste adequado da bicicleta. 2 a 4 sessões semanais de Ciclismo RPM totalizam 3 horas/semana de ciclismo com recuperações ativas testadas no formato pré-coreografado.
20. Como pedalar em pé se o participante tem pouca experiência com o exercício físico ou pré-disposição a lesões nas articulações mais utilizadas pelo programa?
Através da avaliação física ou da consulta médica o participante será encorajado a usar posições mais confortáveis, além de ajustar a carga para manter a postura ou o ritmo adequado ao seu condicionamento físico.
21. Quais são os ajustes da bicicleta nos treinos de RPM Cycling?
As bicicletas têm ajustes individuais na altura do banco, altura do guidão e na distância entre o banco e o guidão. Estes ajustes mudam de acordo com as características individuais de cada um, orientados pelo professor RPM credenciado.
22. Qual é o calçado mais adequado para a prática do RPM Cycling?
Recomendamos o uso de sapatilhas específicas para ciclismo, pois estas melhoram a técnica, performance, estilo de pedalar e a atitude psicológica do praticante para os desafios do treino. Entretanto, se a sua academia não tem pedais apropriados para o uso de sapatilhas, recomendamos o uso de tênis com solado duro, impedindo a movimentação das articulações internas do pé (como ocorre com as sapatilhas).
23. Qual é a melhor vestimenta para o RPM Cycling?
Recomendamos a utilização de blusas que permitam a melhor transpiração, devido ao alto grau de sudorese percebida nos treinos. Para os membros inferiores orientamos o uso de bermuda ciclista sem cueca para os homens e para as mulheres bermuda tipo suplex de algodão (lado avesso) com bermuda ciclista por cima. Como qualquer esporte, o vestuário específico ajuda o praticante em conforto e desempenho.
24. No RPM Cycling é obrigatório a utilização dos monitores de frequência cardíaca (freqüencímetros)?
Assim como na imensa maioria das atividades físicas oferecidas pelas academias, não é obrigatório o uso de frequencímetros nas aulas de RPM Cycling, pois a avaliação física e/ou médica é suficiente para a segurança no ingresso nas aulas. As aulas são previamente testadas antes de serem aplicadas nas academias licenciadas, além de democratizar a participação de todos através das opções de intensidade e da Perepção de Esforço. Desta forma o aluno tem a certeza de treinar em uma aula segura e comprovadamente eficiente. A postura e a cadência adequadas levam os participantes aos níveis de treinamento prescritos pelo programa com ou sem os monitores de FC.
25. E se o participante quiser usar o freqüencímetro?
A Body Systems disponibiliza às academias o gráfico de esforço por trecho que orienta o praticante nas zonas de treinamento, usando a Percepção de Esforço (PE) ou o Percentual da Freqüência Cardíaca Máxima (%FCM). Quem usar frequencímetro poderá assim monitorar o seu treinamento pelo aparelho. Alem disso, o professor credenciado RPM recebe as planilhas de treinamento com as intensidades específicas em cada parte de cada trecho, traduzidas em PE e %FCM.
26. Quem determina a intensidade da sessão?
O praticante é orientado pelo professor RPM para os seus objetivos pessoais, regulando as fases de esforço e recuperação.
27. As sessões de RPM Cycling dificultam os ganhos de força e massa muscular (hipertrofia)?
Não. Qualquer praticante de exercícios com pesos poderá freqüentar sessões de RPM Cycling sem prejuízo para a hipertrofia muscular através da adequação da periodização do treinamento e alimentação. O programa poderá inclusive ajudar o praticante em programas de definição muscular, devido à sua característica “calorie killer”.
28. Qual é a frequência semanal ideal para a prática do RPM Cycling?
Indicamos entre 2 e 3 vezes semanais para novatos (até 12 sessões) ou flutuantes (ausentes por mais de uma semana) e entre 2 e 4 vezes para os mais experientes e assíduos. Mais de 4 sessões por semana podem reduzir a intensidade do último treino da semana, encontrando o aluno muito cansado (se ele treinar o RPM na intensidade requerida) e consequentemente comprometer o controle da técnica. A melhor alternativa é administrar uma folga no meio da semana.
29. O que fazer quando chegar atrasado no treino?
O praticante deve chegar no horário do treino, pois além de aquecer adequadamente o seu corpo permite o ganho máximo dos resultados. Se o atraso for inevitável, pergunte ao seu professor se ainda pode entrar e como deve aquecer na aula, pois ele é o responsável pelos resultados e a segurança de todos na sala.
30. Para que servem os lançamentos dos “Mixes RPM”?
Para lançar as sessões novas simultaneamente em 70 países onde o sistema Les Mills atua. É uma grande festa onde o aluno é o convidado especial.
31. Por quanto tempo estas sessões novas são aplicadas?
No máximo 15 dias após o lançamento. Depois disso o professor utiliza a imensa discoteca RPM de músicas e planilhas de treino para diversificar as aulas sem comprometer a curva de intensidade da aula.
32. Gestantes, diabéticos, cardiopatas e outros grupos especiais de praticantes podem treinar o RPM Cycling?
A prévia consulta médica para estes praticantes é fundamental antes da prática de qualquer atividade física, não somente o RPM Cycling. Sugerimos que o aluno converse com o seu professor e com o seu médico para determinar os parâmetros de treinamento mais adequados para a sua saúde, se não houver a contra-indicação.
33. Qual é o consumo calórico das sessões de RPM Cycling?
Pesquisas longitudinais realizadas no Unisport Center for Sports Performance (Auckland University) revelaram que o RPM pode consumir entre 400 e 900 Kcal, dependendo de vários fatores (sexo, idade, duração e intensidade do treino, freqüência semanal, peso magro, etc). Em 45 minutos de treino pode-se consumir em media 700 Kcal em participantes regulares*.
34. Preciso levar alguma coisa para a aula?
Leve sempre toalha e garrafa com água. O ciclismo indoor provoca a maior taxa de sudorese entre todas as modalidades da academia e a desidratação sempre chega antes da sede, por isso previna-se!
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